História do Coaching

O Coaching tem sua origem do termo inglês Coach e é utilizada para se referir a um instrutor (Coach) que auxilia o seu cliente (Coachee) a evoluir em alguma área de sua vida rumo a um objetivo específico, pactuado inicialmente como um “tutor particular”.

Etimologicamente, o termo Coach tem sua origem no vilarejo húngaro de Kocz, onde foi criada a primeira carruagem com o objetivo de transportar passageiros. Neste contexto, o Coach pode ser compreendido como um meio de conduzir as pessoas de um lugar para outro. Esta analogia vai ao encontro do principal objetivo do Coaching, que é auxiliar a pessoa a conseguir sair do seu estado atual e alcançar um estado desejado.

Embora seja um tema atual, o Coaching não é uma prática recente, sendo que a prática de Coaching pode ser percebida desde a antiguidade e tem como exemplo Sócrates que foi um importante filósofo grego que viveu entre 470/469 a.C. e 399 a.C. Ele é considerado o fundador da filosofia ocidental, e foi muito influente no desenvolvimento do pensamento filosófico.

Sócrates acreditava que a chave para a verdadeira sabedoria era o autoconhecimento, que era alcançado através do processo de reflexão e questionamento. Sócrates acreditava que a verdadeira sabedoria não poderia ser encontrada através da simples aceitação de dogmas ou crenças estabelecidas. Em vez disso, ele acreditava que a verdadeira sabedoria só poderia ser alcançada através da reflexão crítica e do questionamento constante. O processo de reflexão e descoberta de Sócrates envolvia um diálogo entre duas pessoas, no qual ele fazia perguntas e a outra pessoa tentava responder. Ao questionar a outra pessoa, Sócrates buscava ajudá-la a chegar a suas próprias conclusões e a encontrar a verdade por si mesma. Esse método de questionamento e reflexão ficou conhecido como “método socrático”. Este é um fundamento do coaching, pois ajuda a pessoa a pensar criticamente e chegar a suas próprias conclusões.

Em 1974 Timothy Gallwey lança o livro O jogo interior do Tênis. Ele coloca que temos um jogo interno e um jogo externo e que no nosso jogo interno temos um julgador que conhece todos os nossos pontos fracos e problemas. Esse adversário interno dispõe de um arsenal de armas como: autodúvida, conversas internas, distrações, que impedem o jogador a alcançar o seu máximo desempenho.

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