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Conhecimento e saber

“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”, Paulo Freire.

A educação é um processo para o crescimento qualitativo dos seres humanos. A sua conquista se dá dentro de uma relação ética entre educadores e educandos (alunas/alunos), quando se compartilha uma massa de experiências, vivências, aprendizados, conceitos, que podem ajudar na construção e conquista de novos estágios de saber, sensibilidade, percepção, e interação.

No processo educativo todas as áreas são prioritárias, pois a sociedade humana é uma estrutura orgânica, matricial, integrada, na qual a complementariedade de saberes ajuda na consolidação, descoberta e desenvolvimento de novos estágios de evolução. O aparato biológico humano, o corpo, é a base sobre a qual ocorrem os importantes e fundamentais processos de absorção do conhecimento, como insumo para a construção do saber.

O cérebro comanda e condiciona o corpo, e é por ele condicionado, também. As visões atuais da neurociência colocam a qualidade de nossas emoções, comportamentos e atitudes, na dependência da qualidade de nossos pensamentos.

Pensamentos são como uma resultante de nosso aparato cognitivo, função formada de maneira complexa e múltipla, pelas imensas capacidades de assimilação e processamento que nosso cérebro elabora.

A qualidade dos pensamentos, que gerarão resultantes cognitivas e comportamentais, está ligada diretamente às oportunidades de aprendizado e avanço, contidas em personalidades, comportamentos e caráteres moldados pela ética e pelos princípios morais, resultantes da capacidade de elaboração de cada organização humana, laboral ou social.

O conhecimento é um insumo essencial, basilar, estrutural, na construção do saber, que só atingirá sua nobre função humana e social, individual e coletiva, na medida em que esse saber for compartilhado, e socializado, para melhorar as condições de vida de uma sociedade.

As estruturas criadas pelas sociedades, para reger suas condutas e estabelecer limites, direitos e deveres, dependem da socialização adequada do saber, pois dela sairão as inovadoras criações, transformações e evoluções, que as pessoas poderão experimentar para buscar novos patamares conceituais, que permitirão ousar na busca da felicidade e da realização, humanas.

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